Texto tirado de: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?44
"Uma criança autista prefere estar só, não forma relações pessoais íntimas, não abraça, evita contato de olho, resiste às mudanças, é excessivamente presa a objetos familiares e repete continuamente certos atos e rituais. A criança pode começar a falar depois de outras crianças da mesma idade, pode usar o idioma de um modo estranho, ou pode não conseguir - por não poder ou não querer - falar nada. Quando falamos com a criança, ela freqüentemente tem dificuldade em entender o que foi dito. Ela pode repetir as palavras que são ditas a ela (ecolalia) e inverter o uso normal de pronomes, principalmente usando o tu em vez de eu ou mim ao se referir a si própria."
Há controvérsias nessas afirmações, pelo menos o meu pequeno não segue muito essa regra, mas já ouvi muito uma famosa frase do mundo do autismo" não existe dois autista iguais, são todos diferentes" assim como cada pessoa dita "normal", somos todos diferentes, há apenas algumas características em comum: O Mateus por exemplo: faz muita ecolalia, e tem movimentos repetitivos, tem obsessão por coisas que não são normais na idade dele, fala quando quer, mas quase sempre são palavras soltas que não querem dizer nada, tem dificuldade de se referir a ele próprio, não diz eu, mas por outro lado, adora carinho, é muito amoroso, consegue fazer amizades mas geralmente com adultos, adora sair e ver coisas novas claro que sempre respeitando o seu espaço e manias também.
Mas enfim, muitas pessoas que não o conhece e sabe que ele é autista tem um certo receio de chegar perto, justamente pela ideia de que o autista não gosta de contacto, e eu posso afirmar que não são todos assim, geralmente as pessoas me perguntam como chegar até ele e costumo dizer o seguinte" inicialmente fale num tom mais baixo, depois se for preciso se abaixe e ponha se da altura dele, fale palavras curtas e de fácil entendimento, seguindo essa regrinha tão básica, ele não vai se assustar e provavelmente se tornará seu amigo.
Cada mãe tem um jeito especial de conhecer os seus pimpolhos, sejam especiais ou não.
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
terça-feira, 31 de julho de 2012
Autismo, videos
( Só uma pequena opinião minha)
Eu acho que esse luto de que tanto falam os especialistas e também algumas pessoas" o luto pelo filho não ser perfeito como gostaríamos" é um pouco radical, pelo menos para mim, eu tive sim um luto, não por ele não ser perfeito, eu sempre sobe que meu filho era diferente, ele sempre deu sinais disso, mas sim aquela tristeza por ele não ter direito a uma vida normal como os irmãos, e depois sempre pensava assim, se eu vir a faltar quem vai cuidar dele?! Isso toda mãe pensa, toda mãe sofre por isso.
sábado, 28 de julho de 2012
Reportagem sic
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Estereotipias
Sentido- Estereotipias
Visão-fixar luzes, piscar repetidamente,
mexer os dedos a frente dos olhos,
balançar as mãos
Audição- bater nas orelhas, estalar os dedos,
emitir sons vocais
Tato-esfregar a pele com as mãos ou com
objetos, arranhar
Vestibular- balançar para frente e para trás,
balançar de lado
Paladar- levar objetos ou partes do corpo à
boca, lamber objetos
Olfato-cheirar objetos ou pessoas
Os pesquisadores têm sugerido que existem vários motivos que levam as pessoas a apresentarem tais comportamentos. Um grupo de teorias sugere que eles proporcionam estimulação sensorial (no caso de uma hiposensibilidade). Devido alguma disfunção central ou periférica, o corpo anseia por estimulação e, assim, a pessoa se envolve nesses comportamentos para estimular o sistema nervoso. Uma das teorias postula que as estereotipias liberam beta-endorfinas no corpo (substâncias endógenas tipo ópio) e proporciona algum tipo de prazer interno.
Outro grupo de teorias sugere que através destes comportamentos a pessoa se acalma (no caso de uma hipersensibilidade). Ou seja, o ambiente é excessivamente estimulador e os sentidos tornam-se sobrecarregados. Para bloquear o excesso de sensações, o indivíduo se envolve nos movimentos repetitivos e desvia sua atenção internamente.
Os pesquisadores também demonstraram que as estereotipias interferem com a atenção e o aprendizado. Interessante notar que tais comportamentos atuam como reforçadores quando são permitidos após o término de uma tarefa.
Existem várias maneiras para reduzir ou eliminar as estereotipias, como o exercício ou proporcionando formas mais socialmente apropriadas de estimulação. Algumas medicações também são usadas para reduzir este comportamento, no entanto ainda não está claro se as drogas atuam diretamente (proporcionando a estimulação sensorial necessária) ou indiretamente (diminuindo os movimentos).
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